Época de poda, produção e qualidade dos frutos de amora-preta 'Tupy' cultivada em região subtropical

Patrícia Marques dos Santos, Leandro da Rosa Maciel, Cristiele Bergmann, Flavio Gilberto Herter, Roberto Trentin, Edgar Ricardo Schöffel

Resumo


Apesar de proporcionar rápido retorno econômico e estar bastante ajustada a agricultura familiar, o cultivo de amora-preta no Rio Grande do Sul encontra limitações pela carência de informação sobre seu manejo de poda. O trabalho teve por objetivo identificar a influência da época de poda no ciclo fenológico, produção e qualidade dos frutos de amora-preta. Plantas da cultivar 'Tupy' foram submetidas a três épocas de poda: precoce (18/7), convencional (10/8) e tardia (01/9). O delineamento foi em blocos casualizados, com dez repetições e seis plantas por parcela. As plantas tiveram acompanhamento visual das principais fases do ciclo fenológico com avaliação do tamanho e número de frutos, teor de sólidos solúveis totais, produção e produtividade estimada. Com a poda tardia, a brotação foi adiada em 11 dias e o início e o fim da colheita foram adiados em 10 dias. O teor de sólidos solúveis total, massa, e tamanho dos frutos não são afetados pela época de poda, no entanto, comparado a época normal de poda as plantas que receberam a poda tardia produziram 107 frutos a menos por planta, 740 g a menos na produção individual por planta e 4.229 kg ha-1 a menos na produtividade estimada.


Palavras-chave


Rubus spp.; pequenas frutas; produtividade; práticas culturais; manejo.

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DOI: http://dx.doi.org/10.15536/thema.V17.2020.336-345.1601

Revista Thema

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Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-rio-grandense (IFSul).
Pelotas/RS - Brasil. 


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