Implicações das tecnologias e da organização escolar no aprender matemática: o olhar do professor

Aline Cardoso de Oliveira Macedo, Débora Pereira Laurino

Resumo


Para grande parte dos alunos do Ensino Médio, utilizar as várias tecnologias existentes não é desafio. O desafio consiste na escolha das tecnologias que eles empregam para o aprender. Para tentar compreender essas escolhas, trazemos o presente artigo que analisa os discursos, organizados a partir de entrevistas semiestruturadas, feitas com professores de Matemática de um Instituto Federal. As perguntas versaram sobre a percepção do comprometimento de seus alunos com a sua própria aprendizagem e as tecnologias escolhidas no aprender. Para organizar as discursividades, escolhemos a técnica Discurso do Sujeito Coletivo, proposta por Fernando Lefèvre e Ana Maria Lefèvre. Ao analisarmos esses discursos, com o aporte teórico da Biologia do Conhecer desenvolvida por Humberto Maturana e Francisco Varela, compreendemos que o professor está procurando maneiras diferentes para trabalhar, visando atender às necessidades dos seus alunos, pois trabalhar pedagogicamente com a tecnologia requer apropriação da mesma. Percebemos que o comprometimento de alunos e professores é ponto de partida para que se ampliem as possibilidades de cooperação e de significados do próprio aprender Matemática. É em um ambiente cooperativo que, professores e alunos, poderão conviver e encontrar as tecnologias que mediarão esse aprender.


Palavras-chave


Aprender; Matemática; Tecnologias

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DOI: http://dx.doi.org/10.15536/thema.14.2017.89-104.437

Revista Thema.

Instituto Federal de Educação, Ciências e Tecnologia Sul-rio-grandense. Pelotas, RS, Brasil. 


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